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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Brasil tem só a 45ª melhor banda larga do mundo Coréia do Sul lidera ranking, em razão de incentivos do governo

A Coreia do Sul ultrapassou o Japão e a Suécia e assumiu a liderança de um ranking anual que mede a qualidade da internet banda larga (de alta velocidade) dos países. A nação conseguiu o feito em razão de incentivos do governo. Já o Brasil aparece apenas na 45ª posição, entre 66 locais analisados.

A pesquisa, realizada pelas universidades de Oxford e Oviedo e patrocinada pela Cisco, mostrou que 62 dos 66 países melhoraram a qualidade dos serviços de internet rápida, em relação ao ano passado.

A relevância da banda larga com qualidade está aumentando, já que novos aplicativos de Internet – como TV de alta definição – precisam de conexões mais rápidas e melhores. Os nove países melhores colocados – Coreia do Sul, Japão, Suécia, Lituânia, Bulgária, Letônia, Holanda, Dinamarca e Romênia – já possuem banda larga com qualidade para essas aplicações.

O Brasil aparece atrás de dois dos outros três países que compõem o grupo dos BRIC: Rússia está em 18º lugar e a China, em 43º – A Índia ocupa a 63º posição.

Na classificação por cidades, os municípios japoneses de Yokohama e Nagoya aparecem no alto da lista, à frente de Kaunas, na Lituânia.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Físicos criam material mais escuro do planeta

da Reuters

Cientistas anunciaram anteontem ter obtido "o preto mais preto": o material mais escuro do planeta, que absorve mais de 99,9% de toda a luz que recebe. Feito de pequenos tubos de carbono alinhados na vertical, o sólido é 30 vezes mais escuro do que a substância de carbono usada pelo Instituto Nacional de Padrões dos EUA para definir a cor negra.

"Praticamente toda a luz que entra é absorvida", diz o cientista indiano Pulickel Ajayan, líder da equipe que produziu o material na Universidade Rice, em Houston (EUA).

A nova substância tem índice de reflexão de 0,045% --quase três vezes mais escuro do que a liga de níquel e fósforo que detinha o recorde. Uma tinta preta comum, em comparação, possui índice de reflexão de 5% a 10%.

O novo material é escuro por dois motivos. Arranjados em pé, como se fossem as cerdas de um carpete, os tubos de carbono, 400 vezes mais finos do que um fio de cabelo, refletem pouca luz. Além disso, a maneira desorganizada como estão inclinados ajuda a "prender" luz entre um tubo e outro.

Ajayan diz que o novo material pode ser usado para a conversão de energia solar em eletricidade e aplicado em instrumentos de detecção de luz infravermelha. Se o material se mostrar bom e bloquear outras faixas de radiação também, pode ser usado em aviões espiões, que driblam radares.

Os pesquisadores estão tentando agora o registro do novo material no Livro Guinness dos Recordes. Ajayan já fora mencionado na edição de 2006 do livro como um dos criadores da "menor escova do mundo".

Fonte:
Créditos Imagem: Shawn-Yu Lin/Reuters
Liga de tubos de carbono (centro) absorve 99,9% da luz

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u364369.shtml

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Se a internet fosse impressa

Você já parou para pensar como seria se você imprimisse todos os textos e imagens da internet?

E a cada hora os número crescem mais e mais, aqui só algumas curiosidades.

Para ler tudo, você demoraria cerca de 57000 anos, isso se você lesse 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem parar para nada, se você lesse somente cerca de 10 minutos antes de dormir, demoraria 8219088 (8 milhões duzentos e dezenove mil e oitento e oito anos) para ler tudo.

Se você juntasse tudo em um livro ele teria 544310844 quilos (Quinhentos e quarenta e quatro milhões de quilos) e mais de 3 quilômetros.

Para imprimir tudo isso você precisaria de mais ou menos 45 milhões de cartuchos de tinta.Um total de meio milhão de litros de tinta. Se toda essa tinta fosse combustivel, seria o suficiente para fazer um avião voar de New York para Tokyo pelo caminho mais longo.

Você precisaria de papel em quantidade suficiente para cobrir metade de Long Island, mais de 1 milhão de metros quadrados.

Se para imprimir você usasse uma impressora doméstica, levaria cerca de 3805 anos,se os antigos Babilônios tivessem começado naquela época a imprimir, só estaria acabando agora.

Se todos dos EUA decidissem imprimir um pedaço dela em casa esse tempo seria reduzido para apenas 6 minutos e meio.

Para fabricar todo o papel necessário para imprimir, teriam de ser cortadas cerca de 40000 (quarenta mil) árvores.


Fonte:
http://avacalouca.wordpress.com/2009/09/14/se-a-internet-fosse-impressa/

20 coisas que a internet está destruindo

Abaixo está uma lista reformulada e adaptada com 20 coisas, entre hábítos e posturas sociais, que a internet está destruindo:

1 - A arte de discordar educadamente
As discussões insignificantes dos iniciantes do YouTube podem não ser representativas, mas certamente a internet aguçou o tom dos debates. O mundo dos blogs parece incapaz de aceitar as diferenças de opinião. E os trolls crescem em cada canto da web.

2 - Medo de ser a única pessoa do mundo não tocada pela morte de uma celebridade
O Twitter se tornou uma tribuna aberta para piadas sobre a morte de pessoas famosas. Algumas de muito mau gosto, mas um antídoto para o “luto” dos fãs que, de outra forma, predominaria.

3 - Ouvir um disco do início ao fim
Os singles são um dos benefícios improváveis da internet. Por um lado, não é mais preciso aguentar oito músicas chatas para poder ouvir uma ou duas que valem a pena. Mas, por outro lado, álbuns que valem a pena terão a audiência que merecem?

4 - Pontualidade
Antes dos celulares, as pessoas precisavam manter seus compromissos e chegar ao restaurante na hora certa. Enviar mensagens de texto cinco minutos antes para avisar os amigos do atraso se tornou uma das grosserias descartáveis da era da conectividade.

5 - Listas de telefone
Você pode encontrar tudo que quiser na internet, com dados muito mais completos do que as antigas e mofadas Páginas Amarelas.

6 - Lojas de música
Em um mundo onde as pessoas não estão dispostas a pagarem por música, cobrar delas R$ 30 por 12 músicas dentro de uma frágil caixa de plástico, definitivamente, não é um bom modelo de negócio.

7 - Memória
Quando quase todo fato, não importa quão obscuro e misterioso, pode ser esmiuçado em segundos através do Google ou do Wikipedia, o “mero” armazenamento e recuperação de conhecimentos em sua mente se tornou menos valorizado.

8 - Concentração
Quem, entre o Gmail, o Twitter, o Facebook e o Google News, consegue trabalhar? Uma nova tendência de distúrbio de concentração que se desenvolve.

9 - Decorar números de telefone
Depois de digitar os números na agenda do seu celular, você nunca mais vai olhar para eles de novo.

10 - Teorias conspiratórias
A internet é constantemente repudiada como dominada por pessoas excêntricas, mas, ao longo dos anos, se mostrou muito mais propensa para desacreditar teorias conspiratórias em vez de perpetuá-las.

11 - Preencher formulários na última página dos livros
O mais próximo disso hoje são os serviços das livrarias virtuais como “Clientes que compraram este livro também compraram…”

12 - Álbuns de fotos e projeções de slides
Facebook, Flickr e sites de impressão de fotos como Snapfish são a nova maneira pela qual compartilhamos nossas fotos. No início deste ano, a Kodak anunciou estar descontinuando a produção do seu clássico filme Kodachrome por falta de demanda.

13 - Depender de agentes de viagens para marcar férias
Para embarcar em uma viagem de férias, não precisamos mais passar obrigatoriamente pelo agente de viagens, que tenta insistentemente vender aquele pacote “imperdível”. Sites especializados montam a viagem dos sonhos dentro do orçamento possível.

14 - Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy
A onipresença de pornografia gratuita e pesada na internet acabou com um dos mais temidos ritos de passagem para os meninos adolescentes: a compra de revistas de pornografia. Porque tremer na fila para comprar a última Playboy se você pode baixar montanhas de obscenidades direto na sua cama?

15 - Relógios de pulso
Ficar mexendo no bolso para pegar seu celular pode não ser tão elegante quanto olhar para um relógio de pulso, mas é mais econômico e prático do que andar por aí com dois equipamentos.

16 - Artistas ainda não descobertos
Colocar suas pinturas ou poemas online é tão fácil, que os artistas desconhecidos não têm mais desculpas.

17 - Escrever cartas
E-mail é mais rápido, barato e conveniente. Receber uma carta escrita à mão de um amigo se tornou um prazer raro, e até nostálgico. Como consequencia, frases de despedida formais como “Com as melhores saudações” foram substituídas por um simples “Valeu”.

18 - Matar tempo
Quando foi a última vez que você passou uma hora olhando o mundo pela janela, ou lendo novamente seu livro favorito? A atração da internet sobre a nossa atenção é implacável e, cada vez mais, difícil de resistir.

19 - Assistir televisão acompanhado
A internet permite que parentes e amigos assistam os mesmos programas em diferentes horários e em diferentes lugares, acabando com o significado daquele que foi um dos mais atrativos apelos culturais da classe média, a experiência compartilhada. Programas para assistir televisão juntos, se ainda existem, se limitam a eventos esportivos e reality shows.

20 - O intervalo de almoço
Você deixa o seu computador para almoçar? Ou come um sanduíche enquanto responde e-mails pessoais e confere as últimas promoções de passagens aéreas?


Fonte:
http://tecnologia.terra.com.br/

http://www.insoonia.com/20-coisas-que-a-internet-esta-destruindo

sábado, 19 de setembro de 2009

Geração do MP3 não conhece as letras das músicas

A crescente adoção de formatos digitais de música pode estar impactando diretamente em sua apreciação como um todo, apontou uma pesquisa realizada pelo National Year of Reading, do Reino Unido.

Segundo o The Inquirer, a pesquisa mostrou que mais da metade dos novos fãs não tem qualquer idéia a respeito das letras das músicas que ouvem por nunca terem lido suas transcrições. A pesquisa mostrou que, mesmo com centenas de sites dedicados a letras de músicas na internet, a maior parte da nova geração digital desconhece o que está cantando, ou erra ao achar que sabe.

O site Daily Star, explicou que a NYR culpa também o desaparecimento de letras das composições nos encartes que acompanham os CDs. O título da matéria no Daily Star é referência à canção “Purple Haze”, de Jimi Hendrix. Um dos versos diz “Excuse me while I kiss the sky” (na tradução, “com licença, vou ‘beijar o céu’ “, numa alusão às alucinações provocadas por drogas) mas o trecho é freqüentemente ouvido como “Excuse me while I kiss this guy” (na tradução, “dê-me licença enquanto beijo este rapaz”). É o exemplo mais famoso do fenômeno apontado pelo National Year of Reading e inspirou um website dedicado a catalogar todos os exemplos conhecidos de “misheard lyrics”, o kissthisguy.com.

Foram entrevistados 4.000 adultos, sendo que metade acredita que hoje as transcrições estão mais inacessíveis que há cinco anos. De todos os entrevistados, 62% afirmou que sites de letras freqüentemente estão errados, percepção que aumenta para 75% no público entre 18 e 25 anos de idade, noticiou o Telegraph. Honor Wilson-Fletcher, do National Year of Reading, afirmou que a audiência quer poder ler e apreciar as composições, citando que 77% dos compradores de música via download deseja poder ler as letras oficiais como parte do serviço prestado pelos sites.

Fizemos uma pequena pesquisa, sem nenhuma validade estatística, com colegas de redação, pessoas na rua e alguns músicos profissionais, que não quiseram se identificar. A maioria dos entrevistados admitiu não saber com exatidão as letras de algumas das músicas de que gostam. Entretanto, quase todos os entrevistados disseram que isso não é um problema. Um dos músicos, professor de guitarra elétrica na cidade de São Paulo, foi mais longe: “os trovadores medievais não andavam por aí com folhetos ensinando a letra para o público. Mesmo no século XX, os encartes de discos só começaram a vir com as letras impressas lá pela década de 70. E saber ou não uma letra de música nunca foi problema para as pessoas. Essa pesquisa [do National Year of Reading] parece ser a tentativa de chamar a atenção para um problema que não existe”. Para o músico, embora seja comum “ouvir errado” a letra de certas canções, o público deve ser capaz de entender o que está sendo cantado. “Se [um ouvinte] não conseguir entender o que o cantor diz, isso é um problema educacional, não de falta de letra impressa”.

Já o The Inquirer, sempre irônico, comentou que algumas vezes mesmo conhecendo as letras elas não farão o menor sentido.

Fonte:
Geek

Retirado desse site:
http://www.severomoreira.net/2008/08/01/geracao-do-mp3-nao-conhece-as-letras-das-musicas/